sábado, 21 de julho de 2007

Gravitação

Todos nos jogadores de Ogame, mais dia, menos dia teremos que dar um dos grandes passos, se não talvez o maior, que é poder construir EDM's. Posto isto, todos nós sabemos que e algo difícil de concretizar, por um ou outro motivo, muitas das vezes alheios a nós próprios.
Hoje apenas com um simples clic e com uma grande quantidade de energia produzida pelos meus pequeninos satélites solares, consegui dar tão importante passo.
Gravitação, algo imperceptível a pessoas, mas existe e, sem ela nada do que é hoje seria possível, Newton, o "pai" da gravitação, com uma simples queda de uma maça conseguiu provar que ela existe.
No "Nosso Mundo" (Ogame), não serve para colocar coisas no solo, até pelo contrario, consiste em colocar uma nave no ar, nada mais, nada menos do que uma Estrela da Morte (EDM). Uma simples nave, que sozinha consegue causar uma destruição em massa de um Planeta, inclusive, destruir Luas inteiras, como já foi demonstrado pelo nosso companheiro de batalha, Dzilla!
O conceito Estrela da Morte foi utilizado pela primeira vez numa das sagas de Star Wars, em que aí, ela teria sido criada pelo Império Galáctico. Um tamanho gigantesco caracterizava esta arma mortífera, munida de um potente laser e, com capacidade estrutural imensa.
Embora parecendo muito forte (o que o é realmente), esta arma mortífera pode ser também destruída por um conjunto de naves.
Uma EDM, já esta a ser projectada em Iur1 e, mais cedo ou mais tarde, ela estará ai no ar a destruir tudo o que seja naves e defesa para que a Sul War se torne cada vez mais forte e coesa.

Atu´s tenham medo, muito medo, pois Deumecri está a crescer....

PS: Prophet, obrigado pelo cristal que me forneceste!

domingo, 8 de julho de 2007

Documentario, S. War vs ATU



Errata: onde se lê "pertir", deve ler-se "partir". Peço desculpas pelo erro.

sábado, 23 de junho de 2007

Deus nos abençoe

Com os recursos a escassear cada vez mais, já que algumas minas já estão a ser exploradas ate ao seu limite, há que arranjar soluções e, foi o que Artur fez.
Ao ver uma colónia ali perto dele com recursos, Artur não pensou duas vezes e, carregou a sua frota de deuterio e levantou voo e lá foi ele. Mais uma vez, como Artur não deixa as suas plantinhas a ninguém, aposentou-se um pouco da sala de controlo e foi até a uma colónia sua, perto de Joboro. Aí começou a regar as suas plantas e a por a conversa em dia. Uns minutos mais tarde, Artur sentiu um cheiro um pouco esquisito no ar, um misto de deuterio queimado com metal em fusão e, decidiu ir a sala de controlo a Joboro ver o que se passava. Estupefacto, Artur deparou-se com uma destruição em massa da sua defesa...e olhou para o céu e, lá vinham mais uns mísseis prontinhos a destruir a sua defesa, Artur enfiou-se num dos seus edifícios, mais propriamente numa mina, num nível muito inferior ao da superfície e, lá esperou que toda aquela devastação acabasse. Quando tudo acabara, Artur começou a contabilizar todas a suas perdas e, eram um número algo chorudo. Artur caminhou sobre toda aquela destruição e, não viu nada que pudesse identificar os autores daquele bárbaro ataque, foi então que decidiu chamar uma equipa de reconhecimento de naves, mísseis, enfim tudo o que seja destruído eles conseguem descobrir, de onde veio e de que material era feito, enfim tudo.
Cerca de uma hora depois chegou a equipa de investigação que era composta por Ricardo, Rumix e Gama, três investigadores muito conceituados nestes casos.
Passaram todo o local a pente fino e, os três chegaram a uma conclusão, que, tinham 99,9% de certezas que os mísseis teriam vindo de um planeta do jogador Goldmoon, jogador este que foi atacado por Artur.
Artur ligou imediatamente o War mais próximo dele que, e Prophet. Decidiram então unir alguns mísseis e lançar sobre o poderio de Goldmoon, co o fim de lhe destruir os seus valiosos Plasmas. Seguiu-se então um festival de mísseis interplanetários.
Uma reunião com todos os conselheiros de Guerra foi marcada para que, se decidisse o que fazer em relação a este caso e, a solução encontrada foi, vingar o nosso War Chef, declarando Guerra aberta a todos os ATU’s (como quem diz, andorinhas). A partir desse dia as calmas noites do Universo 6 tornaram-se uma breve miragem, pois todos os War estão dispostos a CHACINAR todas as andorinhas.
Para que todos tenhamos força e sorte nos nossos combates, Deumecri, juntou todos numa reunião em Iur1, para que se todos se deslocassem ao Planeta Olimpus com uma única finalidade, ser abençoado por Ares, Deus grego da Guerra.

Daí em diante, todos os ATU’s deveram temer qualquer que seja o Sul War e, eles irão ter de se vergar perante o nosso poder e ai sim terão de bater as asas e talvez, mudar de Universo.

"Faça o que pode, com o que tem e onde estiver" (Roosevelt)

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Até Ao Fim

Dzilla e Deumecri, dois cientistas de renome intergaláctico continuavam no seu laboratório cientifico ultra-secreto em busca da origem de todo este universo, investigavam qual a roda trincada que o fazia mover...
Sabiam até agora que a matéria primordial que muitos acreditam ser o hidrogénio, ao aglomerar-se gravitacionalmente deu origem às primeiras galáxias, onde surgiram posteriormente estrelas e planetas, num processo de expansão que ainda está em marcha, desde há cerca de 13,7 mil milhões de anos...
O tempo passava e a paciência esgotava-se foi então que construíram um acelerador de partículas accionando assim uma pequena bola de plasma...
O que se seguiu foi algo que já mais encontraram explicação...uma ruptura espácio-temporal deu-se e começou-se a formar um buraco negro absorvendo toda a matéria viva em seu torno...os buracos negros, assim como outros objectos cuja atracção gravitacional é extrema, retardam o tempo devido aos efeitos gravitacionais...Dzilla e Deumecri desapareceram então no seu interior flutuando sobre uma espécie de nuvem cósmica...

Alguns minutos depois...
Deumecri: Onde estamos????!

Dzilla: Não sei mas n estou a gostar nada disto...

Aterraram num planeta com característica estranhíssimas...tudo pareçia feito de borracha até mesmo as rochas...ao longe grandes erupções vulcanicas conturbavam os céus...
Era de noite mas fazia um calor tremendo devia faltar apenas alguns minutos para o amanhecer...

Dzilla: Está quase a amanhecer...

Deumecri: Oh não me digas!!

Dzilla: Olha aquela luz ao fundo o que será?

Deumecri: Não sei mas parece-me uma espécie de Estrela da Morte...

Dzilla: Sim pois é...será que estamos em algum planeta hostil??

Deumecri: Não sei, vamos aproximar-nos.

Planeta Anfibio, ano de 5 mil milhões de A.D. (antes de Deumecri)
Travava-se uma batalha imensa pela conquista do universo 6...Anfibio ainda muito jovem debatiasse contra as forças do mal e pela conquista do universo...
O seu adversário era xxxMorpheusxxx...Um confronto enorme de forças esbatiam-se, Deumecri e Dzilla perceberam então que recuaram no tempo através do buraco negro, era uma espécie de portal de salto quântico temporal...
Após esta grande batalha uma nave aterra ao seu lado...de la sai um rapaz com cerca d 1,60m de altura ainda com rosto muito jovem e três pelos a servir de barba, era Anfibio...
Anfibio: Quem são vocês???

Dzilla: Não irias perceber...

Deumecri: E tu quem és??

Anfibio: Insolentes, eu sou o todo poderoso do universo...

Deumecri: Eu é que sou o todo poderoso.

Anfibio: Drones prendam-nos...

Assim Dzilla e Deumecri foram colocados nas masmorras do cybercastelo de Anfibio, aprisionados e guardados pelas bestas...As bestas eram um animal enorme com sete cabeças de sapo...um animal mítico que até agora pensava-se que não existiu...
A evolução da espécie ainda era muito inconstante...Anfibio Ainda tinha patas de sapo apesar do resto do corpo já ser quase humano...
Anfibio era filho do anterior rei Girino e de sua mãe Gironesa...Conquistou este ainda pequeno império de seus país e destruía quem se metesse á sua frente...
Dzilla falando com Deumecri...
Dzilla: Ainda chegas-t a conhecer os teus pais??

Deumecri: Eu não mas já que aqui estamos poderíamos descobrir qual as nossas origens...

Dzilla: Sim também gostaria de saber quem são os meus...a minha irmã só me diz que desapareceram quando eu nasci...mas eu tenho impressão que alguém destruiu o seu império...

Enquanto Dzilla descobria a melhor maneira de sair das masmorras Deumecri construía uma bomba com apenas algumas pedras e objectos que encontrou nas masmorras...
A bomba de Deumecri era tão potente que ao activá-la destruiu a masmorra quase por completo...Debateram-se com o animal mítico conseguindo com que ele enrolasse as cabeças umas nas outras e caísse da masmorra abaixo...
Foram até ao Hangar de Anfibío e roubaram de lá uma nave prateada e fugiram em busca das suas famílias...entretanto Anfibio tinham mandado 15 batalhões em busca de Deumecri e Dzilla...
Aterraram no planeta da polícia intergalactica e ai contaram toda a história, mas ninguém parecia crer na historia...foi ai também que ficaram com as coordenadas dos planetas de seus pais...

- Historia das Origens de Deumecri:


Deumecri arranca numa NBp (nave de batalha policial) em direcção ao planeta de Deumede seu pai e Deucrimet sua mãe...
Depara-se com um belíssimo império todo bem estruturado e bem defendido...parecia reinar uma paz total sobre as odes de seus pais...dirigindo-se ao castelo vê um miúdo ainda muito pequenino a brincar com uns bonecos vermelhos...reparou então que era ele e que foi ele que deu origens ao Benfica e ao Rui Costa...
Viu de relance seu pai ditando ordens para que o seu império continuasse bem defendido...foi então que uma das frotas de Anfíbio pára sobre o planeta e atira uma enorme quantidade de tiros que destrói todo aquele império...ainda vê Anfibio a levar seus pais para dentro de uma jaula de uma das suas bestas...e vê o pequeno Deumecri a fugir com um bonequinho na mão...foi assim que se salvou...

Deumecri (muito triste e raivoso): Estejas onde estiveres Anfíbio no presente ou no Passado eu vou-te destruir...
Regressou assim ao encontro de Dzilla...

-História das Origens de Dzilla:

Dzilla arranca ao mesmo tempo de Deumecri e dirigesse para o planeta da sua família que parecia ser bastante longe...
Passadas algumas horas consegue fugir ás frotas de Anfíbio com que se cruzou e chega finalmente a Godlândia...Era um planeta enorme bastante bonito rodeado de muita água...
Aterra a sua nave e percorre a pé o resto do caminho pela cidade bastante movimentada...Avista um enorme castelo e dirigesse para lá...a meio do caminho vê de relance um pequeno drone igual aos existentes no planeta de Anfibio e fica desconfiado...
Chegando ao castelo depara-se que do nada o ceu começa a escureçer encobrindo todo o planeta de um cinzento metálico...algo de mal se estava a aproximar...Dzilla vê-se ainda muito pequeno brincando com os guardas do castelo e desafiando-os para ferozes lutas de espadas...Sua irmã brincava com algumas meninas incluindo uma que me pareçeu ser evinha...
Seu pai construía uma bela nave metalizada...ao que pareçe anfibio tinha roubado os projectos desta bela nave...que mais tarde viria a ser a nave preferida de Dzilla...
Sua mãe tratava do belíssimo jardim do castelo...Entretanto o sol desapareçeu e todas as frotas de Anfibio se aproximam de Godlândia...as suas estrelas da morte destroem em um só tiro a lua do planeta e começam a atacar o planeta com todas as suas forças...Os pais d Dzilla foram totalmente chacinados...ao fundo vejo Dzilla júnior a correr e agarrar nas crianças que brincavam e enfiá-las dentro da nave metalizada e a fugirem...Dzilla já dava provas de ser um grande piloto...
Dzilla ao ver como foi o fim da sua família fica descontrolado...

Dzilla(pensando para sí): Anfibio...roubas-t, pilhas-t, destruíste o império de meus pais...não te vou perdoar...vou-me vingar estejas onde estiveres...
Dzilla e Deumecri voltam a encontrar-se e começam a estudar uma fórmula de voltar para casa...constroem novamente um acelerador de partículas e formam um novo buraco negro...são absorvidos para dentro dele e voltam a entrar naquela nuvem alucinante cósmica...
Aterram numa lua sem atmosfera...Olharam para baixo e vêm o planeta que desapareceu e ninguém sabe onde se encontra o planeta Origem, o planeta TERRA onde toda a guerra galáctica teve inicio, parecia tudo calmo lá em baixo e ficaram a observar toda aquela beleza e plenitude...

domingo, 10 de junho de 2007

A Mensagem II

No dia 5 de Junho, foi dia de Concelho Geral, um C.G. que se realizou num local desconhecido para evitar certos acontecimentos. Nesse dia decidi fazer com que todos fizessem um juramento de fidelidade perante a Bandeira da Sul War, ao qual todos aceitaram. Nesse juramento o tópico mais importante era mesmo a confidencialidade do caso que tínhamos entre mãos.
Uma única proposta foi colocada em cima da mesa, apenas com três palavras, mas muito complexas: “Uma nova Nave”. Decidimos então colocar tudo aquilo que tínhamos sobre o assunto que tínhamos sobre a mesa. Dzilla trouxe apenas fotografias de carneiros (sabe-se lá porquê, Física direi eu).
Pandorca e Cleópatra apresentaram um projecto muito sólido com cálculos bem elaborados e de fórmulas bem evidentes. Uma que chamava mais a atenção era traduzida por: E.d.= [( NB + Inter. + C.L. + C.P. + Bomb. + Dest. + Cruxas / 7)] * 100
Em que se deveria colocar todas as naves de combate nesta fórmula, excepto as E.D.M.’s (que, libertam um tipo de energia diferente e em grande quantidade), e dividindo por 7 e depois multiplicando por 100 se obteria um valor, valor esse que era basicamente a energia dissipada no combate numa nova unidade, o Pacle (Pc).
Foi então que todos nos unimos para atingir uma maqueta de uma nova nave, cujo o nome era Dissipador.
Era uma nova nave, tinha a capacidade de dissipar até 100000 Pc.
Foi então que partimos á procura de patrocínios, com a nossa gestora Cleópatra. Ela conseguiu angariar muitos recursos e, o nosso projecto começou a tomar forma. Dia após dia, o Dissipador tomava mais forma e mais robustez até que, no dia 7 a nave ficou pronta e, todos nos disponibilizamos a perder umas naves para experimentar o Dissipador , funcionou perfeitamente.
Mas mais tarde veio a desilusão, convocamos um G.O. para ver o nosso trabalho e, surpreendentemente, o G.O. viu a nossa nave em acção e, disse: “Humm, acho demasiado boa para um Unv. 6 que está cada vez mais em queda”. Ficamos todos sem reacção alguma perante toda aquela frieza do G.O. que, após ter dito estas palavras voltou-nos as costas e entrou na sua Nave Limusina e, foi embora, sem que, nós explicássemos melhor já que, a energia que ficaria dentro do Dissipador poderia ser armazenada dentro da Planta de Energia de qualquer Planeta.
Todos ficamos com um sabor de injustiça na boca, pois poderíamos ter ali uma nave muito útil para todos.
Um dia depois soubemos todos pela TVgame que um Planeta tinha sido assaltado durante a noite e, foi o Planeta onde nós tínhamos toda a informação sobre Dissipador.
Quando lá chegamos, nada estava estragado, apenas a fechadura forçada. Apressei-me a ir a sala do Concelho Geral e, quando abri a porta, estava tudo no sítio, excepto s projectos do Dissipador que, tinham sido queimados por alguém, que sabia o que procurava.
Quando olho para o lado estava um envelope selado que era dirigido a mim...tive algum receio em abrir, abri e dizia: “Esta nave não pode ser construída para o bem de todos vocês e, não pensem em leva-la para ouro Universo, pois já comuniquei a todos os G.O.’s. Para não ser copiado o projecto limitei-me a queimar tudo o que continham sobre o Dissipador. Ass: G.O. (Universo 6)”.
Foi então que o Universo desabou em cima de nós, tudo aquilo, para nada, para deixar morrer um projecto.
Mas como nós não podíamos fazer nada, já que os G.O. são a entidade superior dos Universos, limitamo-nos a seguir ordens.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

A Mensagem

No dia 1 de Junho depois de um dia muito cansativo, cheguei a casa (ao Planeta Iur 1) e deitei-me na minha cama.
Algo nesse dia me tinha “atormentado” a cabeça, algo em que o meu inconsciente trabalhava a muito. O que? Perguntava eu a mim próprio! Não sabia responder, diria eu. O meu inconsciente estava em perfeito conflito com o meu eu consciente, algo em que eu não podia intervir, já que era difícil eu convencer-me do que estava certo ou errado. Foi então que adormeci, um sono muito leve como não tinha a muito, algo de estranho nesse sono me perturbava e, foi aí que eu acordei, um despertar um pouco forçado e, com uma valete dor de cabeça.
Levantei-me e fui até a janela! O Universo 6 estava completamente calmo, como não se via a alguns anos, até que, subitamente um clarão se apodera de todo o Universo e, foi ai então que a noite se tornou dia numa fracção de segundos. O barulho das naves e alguns mísseis era ensurdecedor. Um dos meus reciclas que acompanhavam a minha frota tinha regressado e, eu pensei logo o pior, mas, essa hipótese desvaneceu-se por completo quando fui ao painel de controlo. Este recicla tinha sido mandado por Dzilla que, algo errado se passava no Universo 6.
Trazia uma mensagem um pouco estranha: “ Algo irá acontecer de errado, muito em breve! Ass: Dzilla”, bem eu fiquei estupefacto perante tal mensagem. Voltei ao painel de controlo e tinha uma mensagem anónima que dizia: “Os pólos causarão a Morte”, nem pensei duas vezes e liguei ao Dzilla e, a mensagem também tinha sido enviada para ele, também sem remetente.
Decidimos então ligar ao resto dos Sul War’s e, como seria de esperar todos receberam a mesma mensagem, excepto o Pandorca (pois a sua caixa de mensagens estava avariada, isto é, so recebia mensagens de Cleopatra).
Marcamos um conselho geral em que, o tema de debate iria ser “A Mensagem”
Todos Chegaram a hora marcada, excepto o Artur que, se justificou dizendo: “Ai, ai, desculpem mas as minhas plantinhas não podiam esperar”. Prophet ficou fulo, já que, levava estes encontros muito a peito (vejam lá, que até aparece sempre de fato e gravata).
Começaram a ser lançadas ideias para cima da mesa sobre a tal mensagem.
Dzilla apenas dizia: “Pólos??? Positivo e negativo atraem-se, logo eu (positivo) e Eva/Cassandra (negativo) e os mesmos pólos repelem-se, eu e Prophet”, ninguém tomou atenção ao que ele dizia.
Susy falava nos pólos da electricidade e daí um apagão geral, alguns deram credibilidade a esta teoria tal como eu e Vor.
Enquanto nos debatíamos com as hipóteses, Pandorca e Cleópatra desenhavam algo, algo que eu não conseguia diferenciar... Eu olhei mais um pouco e consegui ler algo do tipo “forças de magnetos”... chamei os dois e disse para exporem a sua teoria.
Cleópatra e Pandorca começaram então a falar da sua teoria, que metia muita física pelo meio e, então Dzilla correu porta fora gritndo: “Carneiro outra vez não, porque me persegues? O que queres?”, mais uma vez ninguém ligou muito, já eu Dzilla anda numa fase perturbada da sua vida, porque? Nem eu, nem ele, nem ninguém sabe....
Pandorca tomou como exemplo uma experiência com um fio atravessado por uma corrente eléctrica que, quando aproximado de uma bússola esta fica desregulada.
Então logo nos apercebemos do que falávamos, um grande campo energético que foi gerado por milhares de batalhas, poderia alterar a parte magnética do Universo 6, o que causaria o caos ao nível electrónico. Foi então que todos (sim todos inclusive o Dzilla, que voltou da sua voltinha), decidimos investigar tudo o que poderia ser útil para este caso.


Foi marcada uma nova Assembleia geral, para continuar a investigar o caso, assim que terminar essa Assembleia, volto a escrever.

domingo, 13 de maio de 2007

O Sonho

Já era tarde no Univ.6 do Ogame Português e, fui até a janela do meu quarto.
Nada se ouvia, apenas uma coruja palrar, a maioria das pessoas já dormia e eu estava ali sozinho, observando milhares de estrelas (ou Sois) que brilhavam lá no alto. Na verdade eu sentia uma espécie de ‘nostalgia’ imaginando aquelas regiões do Universo.
Nestas minhas viagens não dei pelo tempo passar e, baixando os olhos à terra, fechei a janela e fui-me deitar. Adormeci facilmente e daí a pouco estava a sonhar, um sonho que parecia tão irreal, já que, tudo o que me rodeava vivia em perfeita harmonia e equilíbrio.
Eis que do meu lado esquerdo surge uma luz muito intensa, tão intensa que eu tive de desviar o olhar, quando desloco novamente os olhos para o mesmo local apenas restava uma luz muito tremule a pairar no Céu.
No dia seguinte ao vaguear pela imensidão do Univ.6 encontrei Prophet, que me convidou a ir tomar um café.
Durante esse tempo falamos de tudo, mas pelo fim, um silêncio arrebatador se apoderou da nossa conversa. Um café é-nos servido e, o silêncio e quebrado com o simples bater de uma chávena na mesa. Olhei para Prophet e ele respirou fundo e susteve a respiração por alguns segundos, segundos esses preciosos para que eu controlasse o meu pensamento.
Coincidência, começamos ambos a falar no sonho e, com o desenrolar da conversa, tudo bate certo.
Saímos então do café e vagueamos então pelo Universo todo, até que os caminhos sem rumos, começaram a desaparecer e, apenas um se evidenciava, seguimos esse por mero instinto.
Ao percorrer alguns Anos Luz no Universo, chegamos a um Planeta muito mórbido em que, tudo era o oposto do nosso sonho, tudo escondido na penumbra, tudo muito carregado de uma morte espiritual. Um vento frio e húmido, vindo do interior da penumbra, chocava com as nossas costas. O vento que, mais parecia alguém a nos empurrar levou-nos até a um local em que, alguém ou algo se movia. Aproximamo-nos, era um grupo de pessoas, não nos era possível distinguir a sua forma facial, pois a penumbra era imensa, mas uma coisa era perceptível, eles demonstravam uma enorme e mórbida inquietação. Entretanto, a noite aproximava-se cada vez mais e, o vento tornava-se cada vez mais forte e mais frio, uns trovões deram um pouco de luz ao local e, Prophet e eu vimos os olhos daqueles seres uma grande raiva dentro deles. Um deles tomou um discurso muito filósofo:
“Verdes ali ao fundo? A tempestade se aproxima de todos Vós e, ficardes ai parados a esperar a Morte? Está tudo desmoronando, caindo, morrendo... e Vós ficardes ai indiferente?
E Vós que sois o ser mais importante neste Universo que irdes fazer?”
Quando todo este discurso acabou olhei para o Céu como que um acto de superstição se tratasse e Prophet e eu decidimos então partir, tomamos então um novo rumo, um rumo ao encontro da possível Morte ou possível Salvação. Éramos guiados pela Lua que, com um ar muito avermelhado, se apoderava de toda a penumbra.
Caminhamos durante longos tempos e, quando tudo já parecia perto, eis que surge um vulto no meio da luz avermelhada. Eu pensei apenas em continuar, mas Prophet não se conformou e, tivemos de voltar atrás. Deparamo-nos com um “moribundo”, a sua alma transbordava raiva e vingança, quando olho fixamente para ele, reconheci-o, era Anfíbio! Ele profetizou algumas palavras, das quais apenas percebi que queria um pouco de deuterio. Prophet decidiu então continuar a caminhar e, eu apenas me limitei a segui-lo, caminhamos então em direcção da Tempestade e, foi ai que me apercebi de que íamos entrar na mais antiga Batalha de todos os Mundos, o Bem de um lado contra o Mal. O Mal fazia-se representar por Zionius, que se tinha esquivado deste combate durante longos tempos, mas nesse dia, era a hora certa, o momento exacto para que, desta vez a Batalha fosse travada sem receio algum. A maior Batalha do Universo começou então a tomar certos contornos. Comecei a pensar no que iria ser de Nós se a Batalha fosse perdida pela nossa parte e então, saíra-me umas palavras da boca:
“Estamos em guerra! É a guerra de todas as guerras... a grande batalha espiritual entre o Bem e o Mal, no campo de batalha apenas quero ver o adversário curvar-se perante Nós!”
Prophet retirou algo do seu casaco tão rápido que, n reparei bem o que era e, segundos depois, Zionius estava deitado no chão! O seu corpo ficou imóvel, aproximei-me dele e verifiquei que estava morto. Já pensando na vitoria Prophet encaminha-se para casa mas, disse-lhe gritando: “Não Prophet, ainda não está gaha a Batalha!”
No momento da morte física vimos o seu Espírito entrar numa perturbação e a perder a consciência de si próprio, foi então que numa rápida fracção de segundos algo saiu do corpo de Zionius, subitamente uma rajada de vento muito forte soprou e ao mesmo tempo uma Luz, muito parecida com a do sonho, se apoderou de toda a penumbra existente e, tal como no sonho, quando voltamos a olhar, apenas uma Luz muito tremule se avistava. Segundos depois volto os olhos para o local onde tinha estado o corpo de Zionius e, nada, como que nunca estivesse lá estado algo.
Prophet e eu sentamo-nos numa pedra que estava no chão e, ao olharmos um para o outro percebemos que a vitória tinha sido nossa e, poderíamos então voltar para nossas casas sem que nada mais nos atormentasse o caminho, a não ser que desta vez aquele “moribumdo” nos pedisse mais um pouco de Deutério!
Neste dia o Bem triunfou mas, outras Batalhas semelhantes se irão travar, pelo menos Zionius não virá mais importunar as nossas vidas e, como alguém disse um dia: “O resto é silêncio” (William Shakespeare).


Ass: Deumecri